Sem chances de ser votada nesta ou na próxima semana o projeto de lei que obriga usuários de internet a se identificarem e provedores a vigiarem a conexão dos internautas.
Diante da polêmica causada pela proposta e do desconhecimento da maioria dos senadores sobre o assunto, o texto foi retirado da pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e só voltará a ser discutido no final do mês. Leia no blog do Noblat
11.07.2006
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Um comentário:
Pensei, por via das dúvidas, já ir me adequando para a nova lei. Como tenho tendências a freqüentar lugares obscuros na internet resolvi já me cadastrar como usuário registrado fornecendo todos os meus dados para um provedor genuinamente nacional e dessa maneira facilitar acesso aos meus dados pessoais para empresas que compram cadastro, para PF, para Harckes, crackers e obviamente para aqueles que desejam cercear a opinião alheia O primeiro procedimento que farei será descobrir o CPF, RG e endereço do senador (nada que uma busca rápida na net não forneça). Munido dessa informação irei até o cybercafé vizinho aqui de casa e farei o registro de uma conta de email no nome do ilustríssimo, pois assim ninguém saberá meu endereço de IP. Bem, dessa maneira continuarei a navegar, enviar email e bate papo na net, só que agora muito bem identificado. Brincadeira a parte, qualquer macaco treinado com dois neurônios sabe que a tipificação de crímes é uma coisa e o fichamento sistemático de informações dos usuários é outra. Hoje é possível se descobrir, via IP, a origem de quase de toda mensagem que circula na net. Quem é mal intecionado já burla esses procedimentos e continuará burlando. A lei proposta não tem como evitar isso.
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